Publicado por: Fabi em: fevereiro 8, 2009
Nos últimos tempos venho me perguntando sobre o sentido de certas certezas que tenho tinha e se elas realmente faziam fazem algum sentido.
Trazemos a mesma conduta de nossos pais, avós, bisavós, enfim, de nossos antepassados, mas isso nos remete a um dualismo doído. Nem sempre é fácil admitirmos isso. Tenho vivido dias de perguntas para as quais eu já estou cansada de saber a resposta. O problema não são as perguntas, mas sim as respostas. Não quero ir nem quero ficar. Também não quero ir E ficar. Quero uma resposta que, eu sei, inexiste. Quero um caminho novo que não cause dor, que não cause remorsos e nem culpa. Infelizmente esse caminho não existe.
Como disse Edson Marques, “Ser escravo é muito fácil: qualquer idiota consegue. O difícil é ser livre. Livre de verdade”.
É aquela famosa máxima: ‘quando a gente encontra todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas’.
Mas, vamos vivendo, né?
Bjo
fevereiro 12, 2009 às 12:51 pm
Acho que liberdade tinha que ter porte.
Ser livre de verdade não é pra qualquer um, pois pode ser demasiado perigoso..
Beijim